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O que rolou na Mais FM

CONEXÃO MAIS DETALHA A IMPORTÂNCIA DA DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA

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Fonte : Agência Brasil

O programa Conexão Mais dessa segunda -feira, dia 25, apresentou um bate-papo sobre a importância da doação de medula óssea. O programa, apresentado por Thalyta Albuquerque e Wallison Nascimento, recebeu a advogada especializada em direito de saúde Priscila Machado, que passou pelo transplante de medula em 2019.

SAIBA MAIS

Com mais de 5,5 milhões de pessoas cadastradas, o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) é o terceiro maior banco de doadores do mundo. O transplante de medula óssea pode beneficiar o tratamento de cerca de 80 doenças em diferentes estágios. Para isso, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter os dados do cadastro atualizados. 

Como parte de uma rede de cooperação internacional, os doadores brasileiros cadastrados no Redome permitem a realização de transplantes de medula óssea em pacientes no Brasil e, também, em outros países. 

A manutenção dos cadastros atualizada é o que permite encontrar o doador na hora de efetivar a coleta das células. Então, é importante manter todas as informações, principalmente endereço e telefone, sempre atualizadas. A atualização é realizada diretamente pelos doadores, em uma área disponível no site do Redome ou através do Aplicativo (disponível para Android e IOS).

Torne-se um doador

Para se cadastrar como um doador voluntário de medula óssea, é preciso ter entre 18 e 35 anos de idade, estar em bom estado de saúde e não ter histórico de câncer, doenças infecciosas ou autoimunes. O doador voluntário, independentemente da idade no momento do cadastro, permanece no Redome e pode ser solicitado a realizar a doação até completar 60 anos de idade.

Como é feita a doação?

A doação é um procedimento realizado em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral e requer internação de 24 horas. Durante a cirurgia, a medula é retirada do interior dos ossos da bacia, por meio de punções. O procedimento leva em torno de 90 minutos.

Há outro método de doação chamado coleta por aférese. Neste caso, o doador faz uso de uma medicação por cinco dias com o objetivo de aumentar o número de células-tronco circulantes no sangue. Após esse período, a pessoa faz a doação por meio de uma máquina de aférese, que colhe o sangue da veia do doador, separa as células-tronco e devolve os elementos do sangue que não são necessários para o paciente. Não há necessidade de internação nem de anestesia, sendo todos os procedimentos feitos pela veia.

A medula óssea do doador se recompõe em apenas 15 dias. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.