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CASOS DE SARAMPO NO BRASIL VOLTAM A PREOCUPAR AUTORIDADES

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Com 25 casos suspeitos sob investigação só no estado de São Paulo, o sarampo volta a alertar as autoridades de saúde do Brasil, que chegou a receber o certificado de erradicação da doença em 2016.

Desde que o sarampo voltou aos registros oficiais, em 2019, já são mais de 40 mil pacientes e 40 mortes causadas pela queda na cobertura vacinal – metade das vítimas foram crianças abaixo de 5 anos.

A doença é altamente contagiosa. Só para se ter uma ideia, a taxa de transmissibilidade do sarampo é entre 12 e 18. Isso significa dizer que, para cada caso da doença, você provavelmente terá outros 12 a 18 casos de pessoas infectadas caso isso ocorra em uma população suscetível. É um número substancialmente maior que a taxa de transmissibilidade da Covid-19 em qualquer uma de suas versões.

Os sintomas do Sarampo se assemelham muito ao de uma virose e se iniciam entre 10 a 15 dias após o contágio. Eles são caracterizados por febre, coriza e conjuntivite, que é um uma vermelhidão dos olhos e tosse

A melhor forma de combater o Sarampo é a imunização. Inclusive, desde o dia  4 de março estamos em Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza e o Sarampo. As doses são oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Então procure uma unidade básica de saúde mais próxima e imunize-se.

No nosso portal, o mais.fm, você pode conferir a lista completa do público alvo da Campanha de Vacinação contra a Influenza e o Sarampo.

Primeira etapa – 4 de abril a 2 de maio:

  • Idosos com 60 anos ou mais (gripe);
  • Trabalhadores da saúde (gripe e sarampo).

Segunda etapa – 2 de maio a 3 de junho:

  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias) (gripe e sarampo);
  • Gestantes e puérperas (gripe);
  • Povos indígenas (gripe);
  • Professores (gripe);
  • Pessoas com comorbidades (gripe);
  • Pessoas com deficiência permanente (gripe);
  • Profissionais de forças de segurança e salvamento e Forças Armadas (gripe);
  • Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso (gripe);
  • Trabalhadores portuários (gripe);
  • Funcionários do sistema prisional (gripe);
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas (gripe);
  • População privada de liberdade (gripe).